quinta-feira, 7 de julho de 2016

REAL GOTHIC 8 X 5 INSTITUTO FC

When we go Dark!

No dia 19/06/2016, enfrentamos o Instituto FC, time de São Caetano. Esse foi nosso terceiro confronto com eles. O duelo aconteceu no Parque da Mooca, a casa dos morcegos. Nessa partida, o Real Gothic teve a estreia de dois atletas: Osmair (um dark guarulhense da velha escola, amante de Gothic Rock e das artes ludopedicas) e Tucho (mais conhecido como o performático vocalista da banda Mister Superstar - e que também se revelou muito habilidoso com a redonda).

O time estava inspirado, fortalecido por um grande elenco e torcida. Já os visitantes estavam desfalcados e se viram forçados a completar o time com um jogador do parque. De qualquer forma, o duelo prometia altas doses de emoção.


Até o goleiro Maurício, que não comparecia desde 2013, apareceu pra jogar!


O jogo começou equilibrado. O Real Gothic se movimentava bem, tinha a posse da bola, mas errava passes em momentos cruciais e não conseguia concluir com eficiência suas jogadas de ataque. O Instituto, mesmo na defensiva, tinha as melhores chances e, em uma jogada bem trabalhada após cobrança de lateral, abriu o placar: 1 x 0. Pouco depois, eles acertaram uma bola na trave. O jogo estava complicado, mas o escrete das sombras se mantinha focado.

Após o susto, Tucho conseguiu descolar um lançamento precioso para Ed na área do Instituto. O goleiro adversário se atrapalhou e o artilheiro das trevas só empurrou para as redes: 1 x 1. E teve mais! Ed fez boa jogada e tocou para Freon, dentro da área, deslocar o goleiro e marcar o gol da virada: 2 x 1. Fim do primeiro tempo. Morcegos na frente!


Cadê a bola?
Primeiro tempo acirrado!

O panorama não mudou no início da segunda etapa. Determinado, o Instituto partiu para o ataque e logo empatou a peleja: 2 x 2. Mas Taís recebeu na ala direita e chutou de primeira no angulo, marcando um golaço e aliviando o sufoco: 3 x 2. Contudo, o valente Instituto não se intimidava. Eles forçaram o ataque e conseguiram novamente a igualdade.

O segundo tempo estava frenético e muito disputado. Porém, com o tempo, o Instituto (sem nenhum reserva) foi cansando e os morcegos começaram a impor o seu ritmo. Ed, em uma tarde inspirada, fez dois gols em sequencia e consolidou a vantagem do Real Gothic: 5 x 3. Os morcegos faziam uma boa atuação, tinham o domínio do jogo, mas abusavam da individualidade e, em alguns momentos, acabavam relaxando e permitindo que o Instituto reagisse. Em um desses vacilos, o Instituto marcou novamente: 5 x 4. Desnecessariamente, o Real Gothic corria muitos riscos...

Nesse momento, brilhou a estrela (fria e negra) dos dois estreantes. Osmair, inspirado pelo som do X-Mal Deutschland, pressionou a saída de bola, dividiu com um defensor e, caído, passou para Tucho. Ele recebeu, avançou e chutou para o gol. O goleiro conseguiu rebater, mas Osmair pegou a sobra e fez seu primeiro gol com o manto amaldiçoado: 6 x 4. Aproveitando a fase de euforia, Ed fez grande jogada, driblou dois marcadores e tocou com categoria no cantinho: 7 x 4.

O carrossel fantasmagórico girava com maestria e a festa estava garantida no Parque dos Morcegos. O time vencia e demonstrava segurança. Até um convidado inusitado apareceu para abrilhantar o final de tarde. Elvis, o primeiro goleiro do Real Gothic, mais de três anos depois de seu único jogo pelo time, surgiu das brumas para reforçar o elenco.


Elvis Muralha, goleiro do primeiro jogo do Real Gothic, em 2012.

Já no final, em seu ultimo ímpeto ofensivo, o corajoso Instituto armou um bom ataque e guardou mais um tento: 7 x 5. Mas ainda houve tempo para a mordida fatal dos morcegos. Freon avançou em velocidade pela esquerda e cruzou para Osmair definir o resultado. Fim de jogo. Vencemos a segunda etapa por 6 x 4 e no placar agregado e final por 8 x 5.


Comemoração regada a vinho.

Até a próxima! Avante, morcegos!





Ficha Técnica
Real Gothic 8 X 5 Instituto FC
Jogadores: Maurício (G), Elvis (G), Freon, Taís, Ed, Bill, Julio, Silas, Kelvyn Esqueleto, Luiz, Osmair e Tucho.
Gols: Ed (4), Osmair (2), Freon (1) e Taís (1).




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